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Terras de Cabral - o Blog do Ivam


NOVIDADE

A partir de hoje, tenho casa nova:

http://www.terrasdecabral.com.br



Escrito por Ivam Cabral às 19h51
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NA FOLHA DE HOJE

Documentários enfocam universo teatral no cinema

GABRIELA MELLÃO
DE SÃO PAULO


Dois documentários inspirados no universo teatral estreiam na 35ª Mostra de Cinema: "Mentiras Sinceras", de Pedro Asbeg, e "Cuba Libre", de Evaldo Mocarzel.

O primeiro foi inspirado na peça "Mente Mentira", do dramaturgo norte-americano Sam Shepard, encenada por Paulo de Moraes em 2010.

O segundo foi feito em viagem da companhia Os Satyros a Havana para apresentar "Liz", do autor teatral cubano Reinaldo Monteiro.

Mocarzel enfoca o retorno da transexual cubana Phedra de Córdoba a seu país de origem após 53 anos. "O filme tem ainda as transformações contemporâneas ocorridas na ilha", diz o diretor.

"Mentiras Sinceras" aprofunda uma discussão presente na obra de Shepard, na qual a realidade surge como invenção da mente. "Achei que deveria me aproveitar disso e fazer um filme em que nem tudo é real", diz Asbeg.

"Jogo de Cena", de Eduardo Coutinho, foi precursor em discutir a linha tênue entre realidade e ficção. Segundo Asbeg, o filme pode tê-lo inspirado inconscientemente.

Como Coutinho, ele joga com o público ao sobrepor depoimentos reais e ficcionais, nos quais os atores rememoram seu passado e o de seus personagens.
"Quero deixar o espectador em dúvida sobre se vê algo verdadeiro ou não", diz.

MENTIRAS SINCERAS
DIREÇÃO Pedro Asbeg
PRODUÇÃO Brasil, 2011
QUANDO amanhã, às 17h50, no Espaço Unibanco (r. Augusta, 1475); 1/11, às 17h40, na Livraria Cultura (av. Paulista, 2.073)
CLASSIFICAÇÃO livre

CUBA LIBRE
DIREÇÃO Evaldo Mocarzel
PRODUÇÃO Brasil, 2010
QUANDO 31/10, às 21h20, na Cinemateca (lgo. Senador Raul Cardoso, 207); 3/11, às 23h10, no Cine Sabesp (r. Fradique Coutinho, 361)
CLASSIFICAÇÃO 12 anos

Fonte: Folha de S.Paulo, 27 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 11h52
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CABARET STRAVAGANZA - MAIS UMA CRÍTICA

Cabaret Stravaganza leva o cyberpunk ao teatro
por RAPHAEL FERNANDES

Usamos Facebook, Twitter, smartphone, Skype e outros recursos da era digital com tamanha naturalidade, que acabamos nem questinando os efeitos desse uso constante. Pensando em todas essas mudanças foi montada a peça “Cabaret Stravaganza”, que é um verdadeiro tapa na cada da Geração Y. Só podia ser obra do subversivo e selvagem grupo teatral Os Satyros.

O mundo das mídias sociais e dos gadgets foi transformado em pano de fundo para criar uma história que mistura David Lynch, crítica social e humanidade expandida - criando o Teatro Expandido. Acrescente a isso influências de escritores de ficção científica, como Philip K. Dick e William Gibson, e teremos uma análise cruel da presença da tecnologia em nossas vidas.

O diretor Rodolfo Garcia Vázquez criou um mix de cenas que a primeira vista pode parecer confuso, mas que reflete a aleatoriedade da internet. Afinal, somos bombardeados de informações, vídeos, textos, mensagens e outras coisas em cada conexão. Por isso, as cenas são feitas a partir desse contexto e seu conteúdo também tem forte ligação com o caos digital.

“Será que este corpo é meu?” é o grande mote do texto e aponta para uma questão muito importante para o cyberpunk: até que ponto ter partes artificiais pode alterar sua capacidade de ser humano?

Outro ponto escancarado é a exposição que as pessoas fazem da própria vida na internet. Para provar o quanto isso pode ser invasivo e doloroso, alguns atores contam relatos reais e banalizam experiências pessoais marcantes. Impossível não perceber o quanto é incômodo ter a vida de alguém exposta dessa maneira.

Não posso deixar de elogiar o trabalho dos atores, que estão totalmente entregues aos personagens. Dá pra ver que foram meses de trabalho (precisamente oito, segundo o diretor) e que aquele tipo de atuação não era pra qualquer um.

Destaco o monólogo inicial do ator Ivam Cabral, que usava um iPad e um efeito de distorção na voz (que a mecanizava). O texto é de quebrar a espinha do Batman!

O uso das tecnologias na peça é experimental e foge do padrão da atualidade (a maioria das peças que vi usava apenas um telão com cenas gravadas). Aqui as máquinas, gadgets e eletrônicos são parte do show e parecem ganhar vida própria no espetáculo. A iluminação é tão incrível que nos transporta para mundos virtuais absolutamente fantásticos.

Também existe uma constante participação do público, que interage com o elenco. O que tem tudo a ver com mídias sociais e a necessidade dos usuários de internet de se tornar um “criador de conteúdo”. Para vocês terem uma ideia, eu morri em uma das cenas da peça. Foi sensacional!

Cabaret Stravaganza é a peça perfeita para quem gosta de literatura cyberpunk, internet, mídias sociais, gadgets e de ver a humanidade escancarada, como em uma autópsia coletiva. E você pensando que xingar muito no Twitter era um ato de subversão!

Fonte: Contraversao, 26 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 23h20
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CRÍTICA DE "CABARET STRAVAGANZA"

Cabaret Stravaganza aposta no visual e no real

O meu corpo-máquina faz parte da minha humanidade. Esse corpo é meu? Este corpo não é meu. Que diferença isso faz? Essas são algumas das questões levantadas pela companhia paulistana de teatro Os Satyros em sua mais nova produção, “Cabaret Stravaganza”, que mistura belos efeitos visuais com depoimentos pessoais e muitas perguntas sufocantes com o objetivo de realizar um sonho: a cirurgia de readequação sexual de Leo Moreira Sá.

O cabaré sátiro tem dança, música e alegria, mas, como na vida, traz também momentos de solidão e angústia, relembra tristezas e frustrações e questiona valores e práticas tidas como normais. Na concepção da companhia, não há mais espaço para o mundo que existia, agora é hora de uma humanidade que reconhece o outro não pelo seu externo – que atualmente pode ser totalmente transformado. O que está em jogo é o seu sentimento, e o que você faz com ele.

Tudo começa em um baile alvo, de música calma, com participação da plateia, que se faz presente ainda nas frases lidas no início do espetáculo. Tiradas de dentro de uma caixinha, formam um mosaico de pensamentos soltos em um mundo cada vez mais rápido e raso. Se você se lembrou da dinamicidade do Facebook e do Twitter acertou em cheio.

Em cena, personagens se misturam à face real dos atores. Depoimentos verídicos lembram ao espectador que atrás da máscara dionisíaca existe um ser humano – inclusive Leo, ansioso por seu sonho de conciliar corpo e mente e se jogar “em um banho de mar” para comemorar a unificação. Cada um com uma história mostrando que ninguém nesse mundo é igual ao outro – logo é impossível continuarmos insistindo em padrões estabelecidos.

Homem, mulher, travesti, transexual, gay, lésbica, bissexual ou qualquer outra denominação. No Cabaret Stravaganza pouco importa como você se define, todos têm seu espaço na pista de dança e todos bailam ora com a alegria e ora com a tristeza. Todos são humanos tentando sobreviver em meio a uma revolução tecnológica capaz de mudar corpos, construir novos e negar os já existentes.  

Com belos efeitos especiais e uma boa dose de humor ácido, “Cabaret Stravaganza” é um espaço para você ser quem é, contar seus medos, confessar segredos e em momento algum ser julgado por isso. Todos estamos unidos pela dor e pelo amor, pelo vício e pela virtude, seja lá qual órgão sexual temos embaixo das roupas íntimas ou sonhamos em ter um dia.

“Cabaret Stravaganza” – até 18 de dezembro
Espaço dos Satyros I: Praça Roosevelt, 214 – Consolação
R$ 20 (inteira), R$ 10 (estudantes, classe artística e Terceira Idade) e R$ 5 (oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)
Tel.: (11) 3258 6345      
satyros@uol.com.br

Fonte:
Mix Brasil, 24/10/2011



Escrito por Ivam Cabral às 01h08
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NO GLOBO

O MOMENTO ATUAL

Brasileiros tentam entender o momento atual de Cuba através da Première Latina

André Miranda

RIO - De um lado estão aqueles que consideram a sociedade cubana engessada por um sistema político atrasado. Do outro estão os que ainda sonham com os avanços que a revolução comunista proporcionou à ilha. Porém, entre esses dois lados de brasileiros, há aqueles que saem do campo das ideias e resolvem conferir com seus próprios olhos - e lentes - o que é a Cuba contemporânea. Os diretores Evaldo Mocarzel e Renato Martins estão nesse último grupo.

Os dois são responsáveis por documentários rodados em Cuba, ambos selecionados para a mostra Première Latina do Festival do Rio. Em "Carta para o futuro" (sessão hoje, às 17h, no Cinema Nosso), Martins acompanha sete anos da rotina de uma família de Havana, alternando as imagens atuais com as de filmes caseiros em 8mm.

- Eram conflitos o tempo todo. Lá, o povo fica entre as loas à revolução e a necessidade de se fazer algum trabalho por fora para complementar a renda - diz Martins. - O importante é que queríamos fugir da questão política, apesar de sabermos que é difícil falar de Havana sem passar pela política. Buscamos ouvir o que a família cubana pensa de tudo aquilo.

Já em "Cuba libre" (sessão hoje, às 19h30m, no Ponto Cine), Mocarzel viajou para Havana ao lado da atriz cubana Phedra de Córdoba, do grupo paulistano Satyros. Ela não pisava na ilha havia 53 anos, e seu retorno serve como ponto de partida para se discutir o tratamento aos homossexuais em Cuba.

- Cuba vive sobre um barril de pólvora, num momento de transformação - afirma Mocarzel. - Há uns dois anos, a Mariela Castro, filha do Raúl Castro, conseguiu que se baixasse um decreto de aceitação da diversidade sexual na ilha. E o próprio Fidel, que destruiu inúmeras carreiras ao mandar gays para plantações de cana só por eles serem gays, já pediu desculpas.

Ambos os diretores tiveram que driblar algumas das regras da ilha para rodar seus filmes. Martins foi a Cuba pela primeira vez em 2003, para exibir seu curta "Atrocidades maravilhosas" no Festival de Havana. Desde então, tem retornado com uma equipe pequena, sem autorização oficial do governo. Para justificar sua entrada no país, ele costumava dizer no aeroporto que era estudante de cinema.

- Em 2004, quando começamos a rodar o documentário, as pessoas tinham um discurso de esperança, mas em 2010 eu já senti essa esperança em xeque. Passam os anos, e eles enfrentam problemas recorrentes em suas vidas - diz Martins. - Mas eu adoro Cuba. O fascínio da revolução é muito grande. Eles pagam um preço alto por suas utopias, sobretudo com o bloqueio econômico americano. É uma maldade que esse bloqueio continue de pé.

Mocarzel, por sua vez, foi a Havana ao lado de Phedra, como convidado do Estado. Ainda assim, nem sempre podia rodar a cena que queria: o Partido Comunista não permitia que entrevistas sobre homossexualidade fossem feitas em seus prédios.

- Há muitas paranoias. Fomos num clube de travestis que é proibidíssimo lá. Um tenente-coronel nos ajudou, mas fez isso escondido do partido - conta o diretor, que foi pela primeira vez a Cuba nos anos 1980, antes do colapso do comunismo. - Cuba está mudando, mas ainda faltam muitas coisas a serem feitas.

Fonte: O Globo, 11/10/2011



Escrito por Ivam Cabral às 20h18
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SATYROS CINEMA NA MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

CORPOS ESTRANHOS
Em Cuba Libre, personagem e filme levantam uma discussão importante


LUIZ CARLOS MERTEN

Numa cena de Cuba Libre, documentário de Evaldo Mocarzel que passa hoje na Mostra, Rodolfo García Vasquez e Ivam Cabral, do grupo Satyros, entrevistam dois cubanos. Os caras são gays e fazem uma radiografia da homossexualidade na ilha de Fidel Castro. Recentemente, o próprio comandante pediu desculpas aos gays pelas perseguições que sofreram em Cuba. Um dos entrevistados define sua opção pela homossexualidade como um ato revolucionário. "Diziam que era errado ter relações com pessoas do mesmo sexo. Fiz para desobedecer." E ele acrescenta que Cuba vive um momento excepcional - nunca, como hoje, houve tanta liberdade para criticar. No cinema, no teatro, nas artes visuais.

Isso é só meia verdade. No debate, após a primeira projeção de Cuba Libre, no domingo, Phedra D Córdoba, a protagonista do filme, disse que, reservadamente, os cubanos que a chamavam num canto, para conversar, longe das câmeras, ofereciam um relato diferente. A situação está mais difícil que nunca. Se o regime não abrir, como na China, o caos será inevitável. Cuba Libre oferece, assim, um interessante material para discussão. Pegando carona em Jafar Panahi e Mopjtaba Mitahmasb, Mocarzel poderia dizer que seu filme não é um documentário. E, se não for, o que é, então?

É a pergunta que não quer calar. Que corpo estranho é Cuba Libre, o filme? Que corpo estranho é a própria Phedra? Nos primórdios da Mostra, Leon Cakoff revelou no Brasil um autor sobre o qual ninguém mais fala, um militante gay alemão chamado Rosa Von Prauheim, que fez filme como Não é o Homossexual Que é Perverso, mas A Situação em Que Vive, Um Vírus não Conhece Moral, etc. É preciso falar sobre a gênese de Cuba Libre. O filme integra uma trilogia de Mocarzel sobre o Satyros. Ele já vinha filmando o grupo de teatro da Praça Roosevelt. Acompanhou-o quando foi convidado para ir a Cuba.

Phedra, como integrante da companhia, foi junto. Drag queen, atriz, há 50 anos ela deixara Cuba e nunca mais havia voltado. Rodolfo García Vasquez contou que Mocarzel não sabia direito o filme que ia fazer - nem que estava fazendo. Por momentos, Mocarzel angustiava-se. O filme sobre o Satyros virou um filme sobre o retorno de Phedra D a Cuba, sobre as restrições a homossexuais na ilha e sobre a nova era que se abre. Tudo isso está lá, mas será mesmo sobre isso? Antes que o filme comece, precedendo a imagem, o som, sobre um fundo negro, apresenta uma fala de Phedra. Ela diz que o reflexo que vê no espelho é sua alma - e a de Phedra, que nasceu homem, é feminina.

Rosa Von Prauheim fez filmes sobre homens que liberaram as mulheres dentro deles e remodelaram seus corpos. Phedra D fez-se mulher. O pai, que a apoiou, não chegou a vê-la na sua plenitude, mas foi uma influência decisiva - disse-lhe que, em circunstância nenhuma, não perdesse a dignidade. Phedra seguiu o conselho. Fez dele a sua bússola. Ela se refere a si, à persona que criou, como "teatro". É o que o filme de Mocarzel oferece. É preciso desconfiar das aparências. Mais do que sobre homossexualidade, família, repressão, direito dos gays, Cuba Libre é sobre Cuba. A ilha está desabando, mas os slogans revolucionários continuam de pé. Ou será o oposto? Os slogans resistem, todo o resto desaba.

Cuba Libre deixa um tanto a desejar como cinema. É menos "acabado" do que outros documentários de Mocarzel. Mas é instigante, e intrigante, pelas várias discussões que levanta. Mocarzel pode estar falando sobre gays. Ele filma shows de travestis - clandestinos, ou ilegais, porque o regime não abriu tanto para permitir essas coisas -, mas é curioso assinalar um detalhe. Ao chegar em Havana, Phedra vai para a rambla. Enquanto ela fala sobre seu passado, o início da luta para ser mulher, garotos se banham no mar. Nenhum diretor gay teria resistido a filmar aqueles corpos. Mocarzel os ignora, ou quase. Foge, por que?, do imaginário gay. Porque não é este o tema de Cuba Libre.

Rodolfo García Vasquez contou uma história esclarecedora. Como convidados do governo, os integrantes do Satyros tiveram direito a hospedagem numa casa especial. Recebiam comida. Acharam insossa. Pediram autorização para cozinhar. Queriam comprar alho e cebola para condimentar a comida. Um figurão do partido cismou que um japonesinho do grupo era espião da CIA e queria envenenar as pessoas para criar um incidente internacional. Pura paranoia, e outra história que não está na tela. Mocarzel talvez devesse rebatizar seu filme - Cuba Libre?, com interrogação. A política está lá, e é um fundo importante. Mas Phedra D Córdoba sabe. Diz que, mais que político, o filme é poético. Só assim, segundo ela, Mocarzel consegue captar o cubano, e o habanero, naquilo que têm em comum com o brasileiro - a alegria, a sensualidade.

Fonte: Estadão, 25 de Outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 10h17
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SATYROS CINEMA

Filme dos Satyros

"Cuba Libre", o primeiro longa metragem sobre o grupo Os Satyros, dirigido por Evaldo Mocarzel, integra a 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. A primeira exibição do filme acontece no dia 23/10, às 17h50, no Cine Livraria Cultura 1. A obra retrata a volta da atriz cubana Phedra de Córdoba a Havana, depois de 53 anos. Foi rodada em 2009, quando o grupo apresentou na ilha o espetáculo "Liz", de Reinaldo Montero.

Fonte: Folha de S. Paulo, 20 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 03h25
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SATYROS CINEMA NA MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO

Rodolfo García, Ivam Cabral, Phedra D. Córdoba e Evaldo Mocarzel - Mostra Internacional de Cinema em São Paulo,

foto: Alexandre Staut



Escrito por Ivam Cabral às 00h40
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