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Terras de Cabral - o Blog do Ivam


NO CESAR GIOBBI

Arco-íris
Cabaret Stravaganza
Por: Everson Bertucci


 

Nova peça de Rodolfo García Vázquez promove projeto em prol de transexual 


A partir desta quinta-feira (dia 20),
a Cia Os Satyros estreia seu mais recente trabalho: Cabaret Stravaganza, sob direção de Rodolfo García Vázquez, no Espaço dos Satyros Um. Escrito por Maria Shu, aluna do curso de dramaturgia da SP Escola de Teatro, a peça traz à tona a relação do homem com a revolução tecnológica e suas implicações sobre a vida contemporânea partindo das influências das stravaganzzas vitorianas, das performances dadaístas do Cabaret Voltaire e dos cabarés alemães dos anos 20 e 30.

Paralelamente, a montagem promove o Projeto Lou-Leo, que pretende arrecadar R$ 15 mil para que o transexual Leo Moreira Sá, nascida Lou Moreira, ator do grupo, possa fazer uma cirurgia para a retirada da mama. Completam o elenco, Ivam Cabral, Gustavo Ferreira, Phedra D. Córdoba, Cléo de Páris, Andressa Cabral, Marta Baião, Henrique Mello, Fábio Penna, Júlia Bobrow, Robson Catalunha e José Alessandro Sampaio.

revoluções digitais e as recentes descobertas da neurociência, como as de Antonio Damásio e Miguel Nicolelis fizeram parte da pesquisa. Para compor o texto, Maria Shu usou relatos pessoais do elenco, vivências e aparatos tecnológicos que propõem a conexão entre o real e o digital. Cabaret Stravaganza utiliza recursos de multimídia, internet e telefonia, numa sequência de cenas e intervenções performativas, trazendo elementos do burlesco, da revista e do show de variedades.

Projeto Lou-Leo

Para que o ator transexual Leo Moreira Sá possa realizar uma cirurgia para a retirada da mama (masectomia), o espetáculo pretende arrecadar R$ 15 mil, por meio de um programa de financiamento colaborativo. Com isso, Leo poderá adaptar sua realidade física – feminina – à sua identidade de gênero – genderless. Durante a temporada da peça, o público terá acesso aos detalhes do projeto e poderá contribuir doando valores entre R$ 20 e R$ 1 mil.

Para saber mais sobre o projeto e sobre a montagem, clique aqui.

Fonte: César Giobbi, 20 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 16h33
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NA FOLHA

Grupo Os Satyros discute modernidade

"Cabaret Stravaganza", novo trabalho da companhia, mescla novas tecnologias e experiência pessoal dos atores

Espetáculo propõe debate reflexivo sobre a sensibilidade humana em tempos de invenções de ponta

GABRIELA MELLÃO
DE SÃO PAULO


Para o diretor do grupo Os Satyros, Rodolfo García Vázquez, sua nova criação, "Cabaret Stravaganza", "está mais para [o fundador da Apple] Steve Jobs do que para [o encenador experimental Jerzy] Grotowski".

A peça lança olhar crítico sobre o ser humano do século 21 e incorpora novas tecnologias como linguagem. A obra discute as implicações da vida transformada por carros, laptops, celulares, próteses e outras invenções. Foram cinco meses de criação, durante os quais Ivam Cabral, Cléo de Páris e outros dez atores transformaram vivências pessoais em cenas.

"Esse é o espetáculo mais íntimo e coletivo da história dos Satyros", diz o ator Fábio Penna. Como os demais, ele transforma no palco questões pessoais em performance.

A atriz Júlia Bobrow discute a falta de tempo do homem de hoje com um vídeo sobre um ritual de luto judaico gravado com sua mãe, sua avó e sua bisavó. "Não sabemos mais viver o luto", opina.

O espetáculo apresenta também o processo de transformação do corpo do iluminador da companhia, Leo Moreira, 53, que nasceu Lourdes Helena.

Ele vai passar por uma mastectomia durante a temporada, e a mudança é tema de conversas ao vivo com os espectadores. Quando se ausentar, participará em vídeo. A peça repisa uma das marcas do teatro de Vázquez: a economia de recursos não impede que se construa uma estética sofisticada. É o caso da tela móvel sobre a qual projeções instauram cenários. A pergunta a atravessar todos eles é a mesma: "O que se fez da sensibilidade humana?".

CABARET STRAVAGANZA
QUANDO qui. a sáb., às 21h; até 17/12
ONDE Espaço dos Satyros Um (pça. Roosevelt, 214; tel. 0/xx/11 3258-6345)
QUANTO R$ 20
CLASSIFICAÇÃO 16 anos

Fonte: Folha de S.Paulo, 20 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 12h51
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NO ESTADÃO

 

Cia. Satyros trata do impacto das novas tecnologias em 'Cabaret Stravaganza'

No novo espetáculo teatral, efeito que mudanças da Era Digital fizeram em nossos corpos é tema

 

MARIA EUGÊNIA DE MENEZES

 

Uma nova humanidade demanda, necessariamente, um novo teatro. Foi guiada por essa crença que a cia. Os Satyros criou Cabaret Stravaganza, espetáculo que entra hoje em cartaz. 

Em pauta, está o impacto das novas tecnologias sobre o homem. O efeito que tantas mudanças tiveram sobre nossos corpos, nossas formas de relacionamento, nossa maneira de ver e compreender o mundo. "Estamos diante de uma outra humanidade. Quem seria Hamlet hoje? Será que ele teria um perfil no Facebook? Uma identidade falsa?", questiona o diretor Rodolfo García Vázquez. "Não vamos conseguir tratar disso se usarmos as formas dramáticas convencionais." 

Em uma de suas montagens anteriores, Hipóteses sobre o Amor e a Verdade, o grupo já ensaiava os primeiros passos em direção ao que chama de "teatro expandido". Na peça de 2010 eles já experimentavam mirar o território dos "amores líquidos". Flagravam relacionamentos nascidos em ambiente virtual e, para retratá-los, optavam por uma forma fragmentária. 

Em Cabaret também não existe uma fábula a conduzir a encenação. À maneira de um cabaré dadaísta, elencam-se quadros, aparentemente desconectados. Sucedem-se assim histórias de suicídio, de depressão, do impacto do uso de medicamentos, da dependência que criamos em relação a aparelhos eletrônicos.

 

Outro dado que aparecia em Hipóteses e que será retomado no trabalho atual é o pendor para a performance. Não vemos propriamente personagens, mas atores que se colocam em cena e vasculham suas biografias. 

Nesse sentindo, estão lançadas as bases de uma estética que flerta com a dinâmica própria do reality show. Capaz de exacerbar ainda mais o cunho performático que já ronda o teatro há pelo menos três décadas. "Não estamos buscando referências dentro do teatro, mas fora dele. Em pessoas que estejam discutindo essa nova realidade", lembra o diretor. 

Alçada a primeiro plano está a noção de ciborgue. E, aqui, não se está a falar de alguma distante criatura, que povoa apenas as narrativas de ficção científica. 

Revela-se o corpo modificado pelos implantes mecânicos, mas também pelas evoluções nas áreas de nanotecnologia e genética. Pelas possibilidades de cura e de transformação ofertadas pela medicina.

Quando entram no palco, os atores não deixam de lado seus apêndices eletrônicos: laptops, iPads e iPhones são utilizados para criar imagens, iluminar cenas, mostrar gravações. "Toda a nossa relação com o mundo hoje é eletrônica. E esse mundo digital não é apenas uma fantasia. Ele afeta diretamente o mundo real, físico", comenta Vázquez.

O que se delineia é, inegavelmente, um teatro de feições políticas. Preocupado em tematizar o fim das utopias, em falar da dissolução dos rituais, de vida e de morte. "Vivemos um momento de tradições esvaziadas. Não temos comunidade, vínculos", diz o diretor.

Sem tomar partido - não se trata de louvar as mudanças tecnológicas nem tampouco de assumir um olhar nostálgico para uma era pré-eletrônica -, a intenção é trazer essas novas questões para dentro da peça. "Se o teatro não dialogar com isso, ele não tem nenhum futuro." 

O que acontece virtualmente deve impactar Cabaret Stravaganza ao longo da temporada. Já é possível acompanhar pela internet o projeto Lou - Leo, uma das facetas do espetáculo. Para fazer uma masectomia, o ator transexual Léo Moreira de Sá lançou uma campanha para arrecadar R$ 15 mil. "O corpo hoje é capaz de transformar-se. As noções de gênero, como as conhecíamos, não existem mais", pontua o diretor Rodolfo García Vázquez. Ao se submeter à cirurgia, Léo pretende adaptar seu corpo feminino a uma nova forma. A intenção é relatar as etapas desse processo durante o espetáculo. "Mostramos como o mundo digital tem uma interface com o mundo real", diz Vázquez.

Fonte: Estadão, 20 de outubro de 2011

 



Escrito por Ivam Cabral às 12h47
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JABUTI

O livro “Os Satyros”, que registra a trajetória de 20 anos do grupo teatral paulista homônimo, ganhou  Prêmio Jabuti 2011 na categoria Artes. Organizado por Germano Pereira, ator da companhia fundada por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, e editado pela Imprensa Oficial, a publicação percorre a história do Satyros com fotos de 44 espetáculos encenados no Brasil e na Europa, aliadas a pequenos textos retirados do blog de Vázquez, além de apresentar textos do crítico Aimar Labaki e do próprio organizador. O livro exibe, ainda, trechos de críticas publicadas por diversos veículos de comunicação, a ficha completa de todas as peças e uma lista dos prêmios recebidos pelo coletivo. Parabéns!

Fonte: O Globo Teatro, 17 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 11h07
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"Os Satyros" leva prêmio Jabuti

Tiago Germano

Previsto para as 9h de ontem, o resultado completo dos vencedores do prêmio Jabuti 2011, maior galardão do mercado editorial brasileiro, foi divulgado a passos de tartaruga, ao longo da manhã e início da tarde, por meio do perfil do Twitter da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Com velocidade de lebre nos dedos, a reportagem do JORNAL DA PARAÍBA conseguiu, até o fechamento desta edição, dar a notícia ao autor e conversar, em primeira mão, por telefone, com Germano Pereira, um dos felizardos de um prêmio que teve como grande vencedor José Castello, cujo livro, Ribamar (Bertrand Brasil, 280 páginas, R$ 37), desbancou os outros dez romances finalistas na principal categoria da disputa, prestigiada por nomes como Carola Saavedra e José Roberto Torero.

A primeira leva das 29 categorias que perfizeram a 53ª edição do Jabuti este ano (ano passado foram apenas 21) foram julgadas até as 12h30 por uma comissão que contou com a participação de representantes de quatro entidades livrescas do país (a própria CBL, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros, a Agência Nacional de Livros e a Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças).

Um dos primeiros títulos vencedores a serem divulgados, Os Satyros, 20 Anos (Imprensa Oficial, 344 páginas, R$ 100) deu ao escritor Germano Pereira, também ator e rosto bastante conhecido na televisão, o respaldo de uma honraria que, segundo ele, tem o peso do seu público, na plateia e nas salas das casas.

“Estou muito feliz. Nem sei o que dizer. Ainda não caiu a ficha”, arriscou Germano Pereira, assim que soube da notícia transmitida por Rodolfo García Vázquez, um dos colaboradores de Os Satyros, também entrevistado pela reportagem assim que o resultado saiu.

“O Jabuti endossa o autor que carrego em mim. Você tem o retorno imediato das pessoas quando faz televisão ou teatro. Escrever é um ofício mais solitário. Foi ótimo ter esse reconhecimento”, acrescenta Pereira, que tem outros dois livros publicados, ambos pela Imprensa Oficial: Irênia Stefânea – Arte e Fisioterapia (2007) e O Teatro de Germano Pereira – Reescrevendo Clássicos (2009), ambos publicados pela Coleção Aplauso.

O calhamaço que leva o Jabuti na categoria de Artes relata, com a ajuda de fotos e o prefácio de Aimar Labaki, a história de 20 anos dos Satyros, companhia teatral fundada por Rodolfo García Vázquez e Ivam Cabral. “Nunca esperava que o livro fosse ganhar o Jabuti”, garantiu Vázquez.

OUTRAS CATEGORIAS
Em uma das categorias mais rivalizadas desta edição do Jabuti, a de Contos e Crônicas, Dalton Trevisan, o 'Vampiro de Curitiba', concorreu com um dos maiores 'alpinistas' do rés-do-chão da crônica: o mineiro Rubem Alves.

Conhecido por sua resistência a entrevistas e por uma ou outra versão de seu rosto raramente captado pelas lentes dos fotógrafos, Dalton levou para o Paraná a estátua cascuda com Desgracida (Record, 240 páginas, R$ 37,90), novo livro de contos de um autor recluso, que já publicou quase 50 coletâneas de narrativas breves, entre assumidas e renegadas.

Também bastante concorrida, a categoria poesia, que tinha Manuel de Barros como um dos favoritos com sua Poesia Completa (LeYa Brasil, 496 páginas, R$ 69,90), ficou com Ferreira Gullar e Em Alguma Parte Alguma (José Olympio, 144 páginas, R$ 30), sua antologia recente de poemas.

De Menino a Homem (Global Editora, 256 páginas, R$ 62), autobiografia do pernambucano Gilberto Freyre (1900-1987), faturou o primeiro lugar na categoria Biografia e, de acordo com o regulamento (que prevê uma homenagem ao autor, caso o lançamento seja póstumo), o troféu irá para o segundo colocado: Gonçalo Júnior, que assina Alceu Penna e as Garotas do Brasil (Amarilys, 352 páginas, R$ 49).

Outros títulos expressivos a angariarem o Jabuti foram, sem novidades, 1822 (Nova Fronteira, 352 páginas, R$ 44,90), na categoria Reportagem, e Marina Colasanti (uma das apostas do Top 5 de possíveis vencedores do Jabuti publicado na edição de domingo do 'Vida e Arte'), na categoria Juvenil, com seu Antes de Virar Gigante e Outras Histórias (Atica, 104 páginas, R$ 29,50). Pode-se ter acesso ao resultado, na íntegra, no site (www.cbl.org.br).

Fonte: Jornal da Paraíba



Escrito por Ivam Cabral às 11h03
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LIVRO "OS SATYROS" RECEBE O PRÊMIO JABUTI

Prêmio Jabuti seleciona os melhores livros do ano em 29 categorias; veja a lista

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta segunda-feira (17), os livros do ano nas 29 categorias laureadas pelo 53º Prêmio Jabuti. A última etapa do prêmio acontece no dia 30 de novembro, durante a cerimônia de premiação dos vencedores, quando serão conhecidos o Livro do Ano Ficção e o Livro do Ano Não Ficção, prêmios máximos do Jabuti.

A edição 2011 do Jabuti tem 8 categorias a mais do que em 2010 e passou por mudanças no regulamento, após a polêmica em torno do prêmio concedido a Chico Buarque. O romance do escritor e compositor, "Leite Derramado", segundo lugar na categoria romance, levou o grande prêmio de ficção do Prêmio Jabuti em 2010, gerando reclamações e até uma petição on-line para que Chico devolvesse o prêmio. Nesta edição, cada categoria teve apenas um vencedor – antes, as três publicações mais bem votadas podiam ser premiadas.

Concorrem a melhor ficção do ano de 2011 os livros: "Ribamar", de José Castello (vencedor na categoria Romance);  "Desgracida", de Dalton Trevisan (na categoria Contos e Crônicas);  "Em alguma parte alguma", de Ferreira Gullar (na categoria poesia); "Obax", de André Neves (na categoria infantil) e “Antes de virar gigante e outras histórias", de Marina Colasanti (na categoria juvenil).
 
Para o Livro do Ano Não Ficção, participam os vencedores nas categorias: “Teoria/Crítica Literária” (Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944); “Reportagem” (1822); “Ciências Exatas” (Teoria Quântica: estudos históricos e implicações culturais); “Tecnologia e Informática” (Aprendizagem à distância); “Economia, Administração e Negócios” (Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global); “Direito” (Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro); “Biografia” (De menino a homem – de mais de trinta e de quarenta, de sessenta e mais anos); “Ciências Naturais” (Bioetanol de cana-de-açucar – P&D para produtividade e sustentabilidade); “Ciências da Saúde” (Atlas de endoscopia digestiva da SOBED); “Ciências Humanas” (Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro);“Didático e Paradidático” (Coleção Pessoinhas); “Educação” (Impactos da violência na escola: um diálogo com professores); “Psicologia ePsicanálise” (Coração... É emoção: a influência das emoções sobre o coração); “Arquitetura e Urbanismo” (Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização); “Fotografia” (Fotografia de Natureza); “Comunicação” (Impresso no Brasil); “Artes” (Os Satyros); “Turismo e Hotelaria” (Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços) e “Gastronomia” (Machado de Assis: Relíquias Culinárias).

Veja a relação completa por categoria, abai
xo:
 
Capa - "Invisível " (João Baptista da Costa Aguiar) - Companhia das Letras
 
Ilustração - "O Corvo" (Manu Maltez) - Editora Scipione
 
Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil - "Gildo" (Silvana Rando) - Brinque-Book Editora
 
Arquitetura e Urbanismo - "Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização VL 1,2 e3" (Nestor Goulart Reis e Monica Silveira Brito (colaboração) - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/ Edusp
 
Artes - "Os Satyros" (Germano Pereira) - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
 
Biografia - "Alceu Penna e as garotas do Brasil: moda e imprensa 1933 a 1975" (Gonçalo Júnior) - Editora Amarilys
 
In Memoriam - "De menino a homem – de mais de trinta e de quarenta, de sessenta e mais anos" (Gilberto Freyre) - Global Editora
 
Ciências Exatas - "Teoria Quântica: estudos históricos eimplicações culturais" (Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg (orgs) - Editora Livraria da Física e EDUEPB
 
Ciências Humanas - "Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro" (Aloisio Cabalzar) - Instituto Socioambiental
 
Ciências Naturais - "Bioetanol de cana-de-açucar – P&D para produtividade e sustentabilidade" (Luís Augusto Barbosa Cortez (coord.) - Editora Edgard Blücher e Fapesp
 
Ciências da Saúde - "Atlas de endoscopia digestiva da SOBED" - Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - Marcelo Averbach - Editora Revinter
 
Contos e Crônicas - "Desgracida" (Dalton Trevisan) - Record
 
Comunicação - "Impresso no Brasil" (Anibal Bragança e Marcia Abreu (orgs) - Editora Unesp e Fundação Biblioteca Nacional
 
Didático e Paradidático - "Coleção Pessoinhas" (Ruth Rocha e Anna Flora) - Editora FTD
 
Direito - "Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro" (Norma Sueli Padilha) - Editora Elsevier
 
Economia, Administração e Negócios - "Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global" (Moacir de Miranda Oliveira Junior e Colaboradores) - Bookman
 
Educação - "Impactos da violência na escola: um diálogo com professores" (Simone Gonçalves de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Quintes Avanci (orgs) - Editora Fiocruz
 
Fotografia - "Fotografia de Natureza" (Luiz Claudio Marigo) - Editora Europa
 
Gastronomia - "Machado de Assis: Relíquias Culinárias" (Rsa Belluzzo) - Editora UNESP
 
Infantil - "Obax" (André Neves) - Brinque-Book Editora
 
Juvenil - "Antes de virar gigante e outras histórias" (Marina Colasanti) - Editora Ática
 
Poesia - "Em alguma parte alguma" (Ferreira Gullar) - José Olympio
 
Psicologia e Psicanálise - "Coração... É emoção: a influência das emoções sobre o coração" (Elias Knobel, Ana Lúcia Martins da Silva, Paola Bruno de Araújo Andreoli) - Editora Atheneu
 
Reportagem - "1822" (Laurentino Gomes) - Editora Nova Fronteira
 
Romance - "Ribamar" (José Castello) - Bertrand Brasil
 
Tecnologia e Informática - "Aprendizagem à distância" (Fredric M. Litto) - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
 
Teoria / Crítica - "Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944" (Marcos Antonio de Moraes (org) - Global Editora
 
Turismo e Hotelaria - "Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços" (Geraldo Castelli) - Editora Saraiva
 
Projeto Gráfico - "Theodoro Sampaio – Nos sertões e nas cidades" (Karyn Mathuiy) - Versal Editores
 
Tradução - "O livro de Dede Korkut" (Marcos Syrayama de Pinto) - Editora Globo

Fonte: UOL, 17 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 02h06
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CABARET STRAVAGANZA

Satyros discute gêneros e extravagância moderna
SÉRGIO MADURO

"Você já pensou por que somos o que somos?" Essa pergunta faz parte de "Cabaret Stravaganza", peça da companhia de teatro Os Satyros, com estreia na quinta-feira (20).

Uma das propostas do espetáculo é discutir as adaptações cirúrgicas às quais o corpo pode ser submetido para que ele corresponda àquilo que seu dono sente.

Faz parte da apresentação a performance do ator transexual Leo Moreira Sá. Ele leva aos palcos as etapas do processo que atravessa na vida real para se submeter a uma mastectomia (retirada das mamas), a fim de adaptar sua realidade corpórea à identidade sexual masculina.

Outro aspecto abordado pelo grupo relaciona-se com o universo dos transgênicos e da genética: esses avanços tecnológicos colocam o homem moderno diante da manipulação de sua realidade e de seu corpo.

O público terá oportunidade de ver 12 atores encenando um diálogo que caminha pelas fronteiras do masculino e do feminino, do real e do digital.

Recursos multimídia e figurinos que aludem a próteses tecnológicas completam a montagem, que, no último dia 27, teve uma estreia digital pela internet, compartilhada em tempo real pelas redes sociais. Uma verdadeira extravagância da modernidade.

www.satyros.com.b
r
. Espaço dos Satyros 1.
Pça. Franklin Roosevelt, 214, Consolação, região central, tel. 3255-0994. 70 lugares. Qui. a sáb.: 21h. Estreia 20/10. Até 17/12. Ingr.: R$ 20

Fonte: Revista São Paulo, Folha de S.Paulo, 16 de outubro de 2011



Escrito por Ivam Cabral às 15h43
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