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PASMEM: ESTOU INDICADO AO PRÊMIO JABUTI
Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes Resultado Geral da Apuração Título Editora Autor 1º BRASILIANA ITAÚ - UMA GRANDE COLEÇÃO DEDICADA AO BRASIL CAPIVARA EDITORA PEDRO CORRÊA DO LAGO 2º ATHOS BULCÃO FUNDAÇÃO ATHOS BULCÃO PAULO HUMBERTO LUDOVICO DE ALMEIDA 3º OLHAR E FINGIR: FOTOGRAFIAS DA COLEÇÃO M+M AUER MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SP 4º POUSSIN: RESTAURAÇÃO: HYMENEUS TRAVESTIDO ASSISTINDO A UMA DANÇA EM HONRA A PRÍAPO IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO S/A MARINILDA BERTOLETE BOULAY - DIREÇÃO EDITORIAL ÉTICA, JORNALISMO E NOVA MÍDIA: UMA MORAL PROVISÓRIA JORGE ZAHAR EDITOR LTDA CAIO TÚLIO COSTA 5º CIDADE ERRANTE. ARQUITETURA EM MOVIMENTO EDITORA SENAC SÃO PAULO MARTA BOGÉA 6º MARIA MARTINS - ESCULTORA DOS TRÓPICOS ARTVIVA EDITORA GRAÇA RAMOS 7º SERTÃO SEM FIM TERRABRASIL ARAQUÉM ALCÂNTARA PEREIRA 8º COLEÇÃO PRIMEIRAS OBRAS IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO S/A IVAM CABRAL 9º IMPRESIONES DE CARYBÉ EN SUAS VISITAS A BENIN 1969 Y 1987 = IMPRESSÕES DE CARYBÉ EM SUAS VISITAS A BENIN 1969 E 1987 EDIÇÃO BILÍNGUE ESPANHOL/PORTUGUÊS IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO S/A CECÍLIA SCHARLACH 10º LAGOA RODRIGO DE FREITAS ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO EDITORIAL LTDA. AUGUSTO IVAN DE FREITAS PINHEIRO E ELIANE C
Escrito por Ivam Cabral às 00h08
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HOJE PELA MANHÃ

Engenheiro Alex, Campanelli, Ivam Cabral, Lauro César Muniz, Rodolfo García Vázquez, Contardo Calligaris e Tato Consorti. Visitamos a SP Escola de Teatro, na Praça Roosevelt. A inauguração deve acontecer ainda este ano, em novembro. Hoje foi um dia especial. Apresentamos ao Conselho de nossa Organização Social o andamento das obras. Estavam presentes, além de nosso presidente, Contardo Calligaris, e do conselheiro Lauro César Muniz, a nossa vice-presidente, Rachel Rocha.
Escrito por Ivam Cabral às 15h15
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HOJE DE MANHÃZINHA

Eu e Cléo fomos visitar a dona Rosa, mãe do Alberto. Aos 98 anos a mulher é um poço de sabedoria e lucidez.
Escrito por Ivam Cabral às 13h28
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ONTEM À NOITE...
...meu amigo Rubens Ewald Filho recebeu uma homenagem no Palácio dos Bandeirantes e lá fomos prestigia-lo. Foi uma noite deliciosa com amigos queridos. 


Com Rubens Ewald; Tato Consorti, Erika Ridel, Ivam Cabral, Cris Ikonomidis, Hubert Alqueres, Cléo De Páris; com Djalma Santos.
Escrito por Ivam Cabral às 13h27
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SARAU

Já está institucionalizado. Toda quarta, a partir das 21h.
Escrito por Ivam Cabral às 09h35
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DO MEU PARAÍSO PARTICULAR
Guarapiranga Dyl Pires Da varanda um pedaço da represa me envelhece o jet sky atravessa enrugando as águas calmas dois bancos solitários estão à margem como tótem da vida que nos escapa tudo é espera o invisível se permite tocar e ainda cair como estrume sob a sola do sapato.
Escrito por Ivam Cabral às 09h32
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PONDÉ QUE SABE DAS COISAS
A abençoada LUIZ FELIPE PONDÉ Tememos que nossa vida seja um atestado definitivo de nossa insignificância. E quase sempre é ADORO O teatro. Brinquei de teatro na juventude. Esta foi minha primeira traição à medicina. Mas já tinha um filho e já era casado. É quase impossível fazer teatro e ter uma vida familiar normal no Brasil, dadas as condições em que trabalham os profissionais envolvidos com o teatro. Isso deveria ser objeto de preocupação de todos, mas nossos oficiais da educação e da cultura se ocupam com coisas menores, como a burocracia das produtividades e das quantidades que sempre atrapalha a criação efetiva do que importa. Aliás, a avassaladora tendência fascista de nossa época deveria ceder lugar a projetos educacionais verdadeiros. Mas não. Em lugar de projetos que eduquem os mais jovens para a condição humana, vivemos sob a tutela de burocratas que inventam todo dia modos de controlar nossas vidas, o que comemos, o que sentimos e o que pensamos, chegando ao cúmulo de querer "roubar" os direitos autorais dos outros, usurpando tudo em nome da "justiça social" -belo conceito, mas que serve a todo tipo de invasão da propriedade alheia e mau-caratismo ideológico. E vai piorar. Que tal se levássemos o teatro a todas as escolas, tornando aulas de interpretação, dramaturgia e direção teatral parte do currículo obrigatório dos alunos? O teatro educa nossa alma e nosso corpo, nos ensinando palavras que dão nome aos nossos espantos, medos e alegrias. Fazendo-nos debruçar sobre o humano em nós, este mesmo humano que vive acuado na banalidade das horas. Poder educar com Shakespeare, Tchekhov, Sófocles, Nelson Rodrigues, entre outros, nos levaria a anos luz de distância da burocracia das produtividades e das quantidades que contamina as escolas, afogando-as na quase total insignificância espiritual. Mas, sei que divago, sonhando com um mundo onde a educação não seria o terreno baldio que é. Habitado por todo tipo de utopias falsas e pequenos egos. Recentemente assisti a um espetáculo no Teatro da Cultura Inglesa, "Piscina (sem água)", do britânico Mark Ravenhill, vencedor do 14º Cultura Inglesa Festival. Este espetáculo deveria ser levado a toda parte porque fala de algo essencial: a ambiguidade e a mediocridade humanas travestidas de bons sentimentos. O enredo trata de um grupo de amigos artistas no qual uma delas é infinitamente superior aos outros. Fica rica e famosa com sua arte. O ódio ao sucesso da "amiga" os leva à loucura. Mas este ódio, escondido atrás de palavras doces, fala da dificuldade que temos de encarar o óbvio: nem todos nós temos talento e a maioria de nós é e sempre foi medíocre. Voltando ao tema da educação, ao contrário do que tentam dizer muitos especialistas em educação, os mais jovens, sim, aguentam que falemos coisas assim pra eles. Justamente porque são mais jovens, são menos infectados por esta doença mortal chamada medo da vida (que, cá entre nós, dá medo mesmo). Eles não precisam que fiquemos mentindo sobre algo que, no fundo e no silêncio de si mesmos, sabem: temos medo de ser medíocres e de que nossa vida seja um atestado definitivo de nossa insignificância. E quase sempre é. A peça fala de arte e de amizade, mas vai muito além. A arte serve apenas como "desculpa" para falar do ressentimento da maioria contra a beleza da amiga "abençoada" (termo do próprio texto pra se referir a ela). Fosse a "abençoada" uma engenheira numa fábrica de foguetes, o problema seria o mesmo: ressentimento e inveja por parte dos colegas medíocres. Em épocas como a nossa, na qual a sensibilidade dos ressentidos é vista como "direito à igualdade", este texto deveria ser gritado em voz alta em todos os cantos do mundo. Ao final da peça, a "abençoada" descobre o que os "amigos" fazem pelas suas costas (não vou dizer o que eles fazem, trate de ir ver a peça). Ela grita: "Vocês são uns medíocres!" Ouvir isso é um "alívio", diz um dos medíocres. Alívio para uma alma que derrete de medo diante do fracasso de sua vida. A fala da "abençoada" abre para seus "amigos" a chance de viver de outra forma. A sinceridade pode curar um covarde. Experimente um dia. Fonte: Folha de S.Paulo, 23 de agosto de 2010.
Escrito por Ivam Cabral às 13h09
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CONTARDO NA FOLHA DE HOJE
Para que serve a psicanálise? Contardo Calligaris A ASSOCIAÇÃO Internacional de Psicanálise (IPA) foi fundada em 1910. Presente em 33 países, com mais de 12 mil membros, ela festeja seu centésimo aniversário. Aos colegas da IPA (embora eu tenha me formado numa de suas dissidências), meus sinceros parabéns. A festa é uma boa ocasião para perguntar: para que serve, hoje, a psicanálise? A campanha eleitoral em curso me ajuda a escolher uma resposta. Repetidamente, o presidente Lula e Dilma Rousseff se apresentam como pai e mãe dos brasileiros. Em 17/8, Lula declarou: "A palavra não é governar, a palavra é cuidar: quero ganhar as eleições para cuidar do meu povo, como a mãe cuida de seu filho". No dia seguinte, Marina Silva comentou: "Querem infantilizar o Brasil com essa história de pai e mãe". Várias vozes (por exemplo, o editorial da Folha de 19/8) manifestaram um mal-estar; Gilberto Dimenstein resumiu perfeitamente: "Trazer a lógica familiar para a política significa colocar a criança recebendo a proteção de um pai em vez de um governante atendendo a um cidadão que paga imposto". Entendo que um presidente ou uma candidata se apresentem como pai ou mãe do povo. Embora haja precedentes péssimos (de Vargas a Stálin, ao ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-il), estou mais que disposto a acreditar que Lula e Dilma se expressem dessa forma com as melhores intenções. O que me choca é que eleitores possam ser seduzidos pela ideia de serem cuidados como crianças e preferi-la à de serem governados como adultos. Se o governo for paternal ou maternal, o que o cidadão espera nunca será exigível, mas sempre outorgado como um presente concedido por generosidade amorosa; o vínculo entre cidadão e governo se parecerá com o tragipastelão afetivo da vida de família: dívidas impagáveis, culpas, ciúme passional etc. Alguém gosta disso? Numa psicanálise, descobre-se que a vida adulta é sempre menos adulta do que parece: ela é pilotada por restos e rastos da infância. Ao longo da cura, espera-se que essa descoberta nos liberte e nos permita, por exemplo, renunciar à tutela dos pais e ao prazer (duvidoso) de encarnarmos para sempre a criança "maravilhosa" com a qual eles sonhavam e talvez ainda sonhem. Tornar-se adulto (por uma psicanálise ou não) é um processo árduo e sempre inacabado. Por isso mesmo, a quem luta para se manter adulto, qualquer paternalismo dá calafrios -ou vontade de sair atirando, como Roberto Zucco. Roberto Succo (com "s"), veneziano, em 1981, matou a mãe e o pai; logo, fugiu do manicômio onde fora internado e, durante anos, matou, estuprou e sequestrou pela Europa afora. Em 1989, Bernard-Marie Koltès inspirou-se na história de Succo para escrever "Roberto Zucco", peça admiravelmente encenada, hoje, em São Paulo, na praça Roosevelt, pelos Satyros. Na peça, Zucco perpetra realmente aqueles crimes que todos perpetramos simbolicamente, para nos tornarmos adultos: "matar" o pai, a mãe e, dentro de nós, a criança que devemos deixar de ser. O diretor da peça, Rodolfo García Vázquez, disse que Zucco é um Hamlet moderno. Claro, para Hamlet, como para Zucco, o parricídio é uma espécie de provação no caminho que leva à "maioridade". Além disso, pai, padrasto e mãe de Hamlet eram reis, e o pai de Succo era policial. Para ambos, o Estado se confundia com a família. Se o Estado é um pai ou uma mãe para mim, eu não tenho deveres, só dívidas amorosas, e, se esse Estado me desrespeita, é que ele me rejeita, que ele trai meu amor. Por esse caminho, amado ou traído pelo Estado, nunca me considerarei como um entre outros (o que é uma condição básica da vida em sociedade), mas sempre como a menina dos olhos do poder. Agora, se eu me sentir traído, não me contentarei em mudar meu voto, mas procurarei vingança no corpo a corpo, quem sabe arma na mão; pois essa é a linguagem da paixão e de suas decepções. O paternalismo, em suma, semeia violência. Enfim, se é verdade que muitos prefeririam ser objeto de cuidados maternos ou paternos a serem "friamente" governados, pois bem, nesse caso, a psicanálise ainda tem várias boas décadas de utilidade pública entre nós. É uma boa notícia para a psicanálise. Não é uma boa notícia para o mundo fora dos consultórios. Fonte: Folha de S.Paulo, 26 de agosto de 2010.
Escrito por Ivam Cabral às 12h58
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OLHEM ISSO
Ivam, Estou passado!!! Agora, folheando a edição do meu livro, descobri que a dedicatória do Anjo que deveria ser Para Ivam Cabral saiu Para Ivan Feijó!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não sei como reverter isso. Nem se isso é possível. Mas a peça é dedicada a você!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! beijo, Aimar
Escrito por Ivam Cabral às 15h13
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2 COISAS
BIENAL Os Satyros estarão na Bienal deste ano. Com travestis, putas e michês. ROBERTO ZUCCO Estreamos na semana passada. A peça veio com tudo. Elenco afinadíssimo e a super assinatura do Rodolfo, hoje o diretor que mais entendeu o épico no Brasil.
Escrito por Ivam Cabral às 12h10
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AQUI
Voltei.
Escrito por Ivam Cabral às 19h02
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EM CAMPOS DO JORDÃO

Andrea Matarazzo, Hubert Alqueres, Tania Alves, Célia, Rodrigo Faour, Deuzeni Goldman, Claudette Soares, Alberto Goldman, Rubens Ewald Filho e Ivam Cabral
Escrito por Ivam Cabral às 20h46
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NA COLUNA DA MÔNICA BERGAMO DE HOJE
SOBRE RODAS "Roberto Zucco", novo espetáculo da companhia de teatro Os Satyros, que estreia no dia 13 de agosto, promete movimentar a plateia. O piso onde as poltronas estão instaladas vai girar, permitindo que o público veja a peça de vários ângulos.
Escrito por Ivam Cabral às 10h19
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MISTÉRIO SOLUCIONADO
As flores e o chocolate vieram de Garanhuns, Pernambuco. Então, sou ou não um cara feliz? Obrigado, Esperanza!
Escrito por Ivam Cabral às 09h04
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NO DOMINGO ESCREVI NO FACEBOOK...
Ivam CabralDomingo de memórias... A família do Alberto Guzik me confiou seu laptop. Estou organizando seus escritos, sua história. Neste momento, de sua caixa de e-mails brotam mais de 15 mil mensagens, resultado de 5 meses sem consulta. Como somos frágeis! De repente todos os seus segredos, suas confidências estão aqui comigo... E neste domingo ensolorado, meu coração é só ternura. E se enche de saudade...no domingo
Escrito por Ivam Cabral às 08h58
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